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Equipamento Nacional promete combater o Covid-19

Com laudo da USP e parecer favorável do Ministério da Saúde

Laryssa Maier
Capital News

Divulgação/Assessoria

Equipamento Nacional promete combater o Covid-19

 

Uma das novidades que chega ao mercado em agosto é a Bio Camel, a primeira câmara de triagem e biossegurança do mercado que funciona com tecnologia a seco. Com laudo do Infectologista Marcos Boulos - Professor Doutor em Moléstias Infecciosas e Parasitárias da USP e parecer favorável do Ministério da Saúde.

 

O projeto do equipamento é 100% nacional e utiliza Lâmpadas Ultravioleta com comprimento de onda de 264 nm (UV-C). Neste espectro a luz ultravioleta tem seu efeito germicida potencializado, garantindo 99,9% de desinfecção no interior da câmara. 

 

Vale lembrar que a luz ultravioleta não é uma novidade quando o assunto é desinfecção. A tecnologia é utilizada desde 1910 como poderoso germicida na descontaminação de ambientes suscetíveis às infecções e com alto potencial de contaminação, inclusive obrigatório em dutos de ar condicionado de órgãos públicos americanos há mais de 10 anos. “Adaptamos esta tecnologia de modo a aplicar esta eficiência no controle de acesso de locais com alto tráfego de pessoas e o resultado mostrou-se altamente satisfatório”, conta o empresário Jean Clini, um dos idealizadores do equipamento.

 

No interior da câmara existem tapetes com tratamento sanitizante, que elimina vírus, bactérias, fungos e quaisquer outros agentes contaminantes do solado dos calçados. O equipamento possui também um dispenser que libera álcool gel 70° na quantidade ideal através de um sensor de aproximação. Desta forma a pessoa higieniza suas mãos sem nenhum contato físico, eliminando um dos principais agentes causadores de contaminação que é o contato das mãos com superfícies infectadas

 

Outra inovação que a câmara traz para o mercado é um sistema de medição de temperatura corporal que funciona através de um leitor termográfico. Este sistema é calibrado de acordo com as normas recomendadas pela OMS (que considera “estado febril” a temperatura acima de 37,5°C). Quando alguém acessa a câmara e o sistema detecta uma variação superior ao mínimo indicado, um alarme soa e a pessoa é informada através de um sistema de gravação de voz que sua temperatura corporal se encontra fora dos parâmetros permitidos para circulação no ambiente.

 

As câmaras de descontaminação disponíveis atualmente no mercado utilizam líquido e vapor que pulverizam o ambiente. Este tipo de tecnologia não é segura. Especialistas e pesquisadores já comprovaram que o ambiente úmido favorece a proliferação de vírus, fungos e bactérias.

 

Segundo a Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA) as câmaras de desinfecção úmida não são recomendadas, pois os produtos químicos usados como saneantes são destinados à limpeza e higienização de superfícies como móveis, bancadas, pisos, objetos e paredes. Tais produtos, ao entrarem em contato com a pele ou aplicados diretamente sobre ela, “podem causar danos e efeitos adversos”, alerta a agência.

 

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